quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Dia 11 de Novembro homenagem aos Ogans os Grandes Mestres do Candomblé




No dia 11 de novembro, foi realizado na Câmara Municipal de São Paulo, o I Encontro dos Grandes Mestres Ogans , onde 10 dos Ogans mais antigos do Candomblé, da cidade de São Paulo representantes de várias tradições como,  Ogan Juvenal da Tradição de Jeje Marrim, filho do Oluwô Jamil Rachid e neto de Tata Fomotinho; Ogan Claudio da Goméia; Tata Tawa, Bate folha; Ogan Gilberto de Esu; Ogan Reginaldo Prandi, e outros Ogans da mesma expressão,  que por iniciativa da Sociedade Ilê Ibualamo, do CONE - Coordenadoria dos Assuntos da População Negra e da Prefeitura de São Paulo, receberam o "Titulo dos Ogans, Perpetuadores da Cultura dos Deuses Africanos no Estado de São Paulo.

Foi um belíssimo evento, uma emoção grande em ver grandes ícones da história do Candomblé sendo homenageados por seu passado e suas histórias, que se faz presente na religião e na cultura afro.

É importante manter a tradição cultural sempre viva, este evento serviu para dar importância às raízes que deram inicio ao Candomblé na cidade de São Paulo.

Não esquecendo que os mais jovens, seguindo o grande exemplo dos mais velhos, dão continuidade às origens com o mesmo empenho, respeito, amor e fé.

Parabéns aos organizadores deste evento!
 
Olorum Modupé!
 






terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ogans os Grandes Mestres do Candomblé


Com a Iniciativa da Sociedade Ilé Asè Ibùalámo, em parceria com a coordenadoria dos Assuntos da População Negra, da Prefeitura da cidade de São Paulo, no dia 11 de Novembro, mês da Consciência Negra, acontecerá à merecida homenagem aos nossos Mestres, Grandes Ogans de São Paulo, Homens de fé que perpetuaram a cultura Negra trazida da África para o Brasil.
Entre os Ilustres a serem homenageados, Ogan Juvenal será um deles, merecidamente por sua garra, luta e determinação, pois como presidente do conselho do SOUESP, coordenador geral da liga das mulheres Umbandistas do Brasil, coordenador geral da União de tendas de Umbanda e Candomblé do Brasil, Coordenador geral da UMUG e membro da CONUB – Conselho Nacional dos Umbandistas do Brasil; vem desenvolvendo um grandioso trabalho ao longo dos anos, dando sempre ênfase a cultura afro e religioso, buscando sempre lutar por nosso espaço, por dignidade, respeito e liberdade de expressão.

Contamos com a presença de todos!
Local: Câmara Municipal de São Paulo – Viaduto Jacareí, 100.
Hora: 18h00min.
Entrada: Gratuita.







Mislene Lopes

Assessoria

(11) 8381-5761

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

7° Encontro de Médiuns e Curimbas realizado pela FENUG – Federação Espirita Núcleo Umbandista de Guarulhos.



Dia 02 de Novembro de 2011, foi realizado no Teatro Adamastor Centro de Guarulhos SP, o 7° Encontro de Médiuns e Curimbas pela FENUG – Federação Espirita Núcleo Umbandista de Guarulhos.
Fundada em 13 de fevereiro de 2006, a federação é uma instituição que tem o propósito de documentar e legalizar terreiros de matrizes afro-brasileiras (umbanda e candomblé), bem como ministrar cursos voltados à religião. Filiada ao Superior Órgão de Umbanda do Estado de São Paulo, a FENUG vem lutando junto com grandes amigos e irmãos de outras federações para elevar o nome da religião em sentido religioso e sócio-político, para que todos tenham direitos iguais perante a sociedade!
O Evento contou com Grandes participações, entre elas a Escola de Curimba Aldeia de Caboclos, Umbanda e Ecologia; Emoriô etc... Também tivemos a participação do Pai Élcio de Oxalá que, com sua belíssima voz deu inicio a abertura cantando o hino da Umbanda.
Outra apresentação muito especial foi da Aldeia indígena Piaçaguera onde a Mãe Veronica faz um trabalho excepcional.
Entre muitos convidados que foram homenageados, Ogan Juvenal foi um deles. Ele falou da importância do encontro, agradecendo a todos e não se esquecendo de citar mais uma vitória da religião, onde dia 26 de outubro participou de uma comissão de religiosos em uma reunião com o Deputado Estadual Feliciano para tratar do assunto de sacrifício de animais nos ritos religiosos. O Deputado Feliciano concordou em mudar o decreto onde proibia os sacrifícios dos animais, mas colocaria outro no lugar sob a supervisão dos membros Religiosos de Umbanda e Candomblé.
Ogan Juvenal não deixou de lembrar a todos ali presente que existe sim leis que protegem os animais e que o IBAMA está atento a tudo, portanto, os rituais serão preservados desde que, não haja nenhum abuso e que é importante todos se conscientizarem.

Parabéns a FENUG, Ogan Oscar Daniel, Wanderley de Oxalá e a todos que contribuíram para este belo evento.

Axé!

Mislene Lopes
Assessoria.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

LEGIONÁRIOS DA UMBANDA

Aos cinco dias do mês de março do ano de 1989, realizou-se a sede da União de Tendas de Umbanda e Candomblé do Brasil, a primeira reunião para a formação de um grupo de jovens, que pudessem auxiliar os diretores de nossa federação nas festividades religiosas e sociais de nossa religião. Esta reunião foi presidida por pai Jamil Rachid, que falou da importância de formarmos este grupo, pois nossos eventos estavam crescendo cada vez mais Festa de São Jorge, Festa de Oxóssi no Vale dos Orixás, Festa de Yemanjá, e muitas outras. De inicio pai Jamil solicitou a mim Ogan Juvenal que tomasse conta da criação e formação deste grupo. Estavam presentes nesta reunião as seguintes pessoas: Pai Jamil Rachid, Antonio Monteiro, Paulo Alberto Fritz, Gilberto Henrique Pereira do Amaral, Osmar de Morais Paixão, Arleu da Silva, Erlane Barbosa Ramos, Adriana da Ponte, Sueli Zuber, Fernando Muniz Damasceno, Rosilene Cristina Severo, Clélia Pereira da Silva, Márcia Aparecida de Oliveira, David Ivan Cachioni, Walter Marcelo Perez, Marcio Juvêncio, Aparecido Silva da Mota, Robson Lourenço Jorge, Julio Cesar Gomes Câmara, Mauricio Eidio dos Santos, Martinho da Hora Medeiros, Genaildes Cosmo de Lima, Renato dos Santos Ribeiro, Edilson de Souza R. Lima, José e Queiróz Lago Filho, Cleide Alvarenga Pires, Reginaldo dos Santos Ribeiro, Ricardo dos Santos Ribeiro, Reginaldo Lourenço Jorge e eu José Juvenal dos Santos (Ogan Juvenal).

Com a palavra falei aos presentes que a criação deste grupo era fato inédito dentro de nossa religião e que teríamos que dar um nome a este grupo, que após ouvirmos várias opiniões foi dado o nome de “LEGIONÁRIOS DA UMBANDA”.
Marcamos uma nova reunião para o dia 30 de março, oficializarmos o grupo, sendo este dia 30 de março de 1989, a data oficial da fundação dos Legionários, com a provação de todos formou a primeira diretoria do grupo, pelo motivo de eu ser o diretor da União de Tendas me pediram que eu presidisse provisoriamente, o que faço até a data de hoje. A primeira diretoria dos legionários da Umbanda ficou assim constituída:
Presidente: José Juvenal dos Santos.  
Vice Presidente: Paulo Alberto Fritz
1ª Secretária: Suely Zuber
2º Secretário: Antonio Monteiro
1ª Tesoureira: Rosylene Cristina Severo
2º Tesoureiro: Gilberto Henrique Pereira do Amaral
Coordenador: José Dalmo Ribeiro Ribas
Desta data em diante os legionários participaram de centenas de eventos, festas de Ogum, Festa de Yemanjá, Casamentos, Saídas de santos etc... Um dos primeiro casamentos de que os Legionários participaram foi o do Pai Varela com a Mãe Monica, numa linda festa onde Pai Juberli Varela fez questão da participação dos Legionários da Umbanda. 
Com o passar do tempo o grupo foi renovando e se aperfeiçoando. Nas festividades em homenagem a Sr. Ogum no Ibirapuera além de fazermos a recepção aos convidados foi criado o Grupo das Bandeiras, onde participaram Mãe Regina, Rosinha, Raquel, pessoas que formaram este grupo de Legionários que adentrava dentro do Ginásio cada uma carregando uma Bandeira representando os estados do Brasil.

Outro grupo criado dentro dos Legionários foi o Coral das Crianças, com crianças de 8 a 12 anos de idade, batizados de Legionários Mirins, que durante quase três meses ensaiamos este grupo de crianças, que era formado pelo Templo de Umbanda Pai Oxalá do Pai Onofre, Templo de Umbanda dos Caboclos Ventania e Caxambu, Mãe Otacília, Templo de Umbanda São Benedito da cidade de Franco da Rocha Mãe Ana e do Templo de Umbanda Pai Xangô e Mãe Yemanjá Mãe Benedita da cidade de Guarulhos, percorremos todos estes terreiros levando estas crianças para ensaiarem, o qual sou muito grato a estas mães e pais de santo que cederam seus espaços, o ensaio geral foi na minha casa, ou seja, no Templo de Minha Mãe, Otacília, onde todos aqueles que estavam organizando o grupo ficaram emocionados Raquel, Flávia, Neomária, Selmi,Patricia,  Mary, Rita, Onofre, Sueli, Zanza, enfim todas as Legionárias estavam neste ensaio e também alguns pais de crianças que estavam torcendo pelos seus filhos.
 O dia D: Festa de Ogum, Ginásio completamente lotado, a imagem de senhor Ogum já estava em seu altar chegou a tão esperada hora. Eu Confesso que quando apresentei o Coral dos Legionários Mirins, me desabei em lágrimas, junto com todos os Legionários, pois era um sonho que estava se realizando. A música que eles cantaram também chorando era a Guerra dos Meninos de Roberto Carlos: “Hoje eu tive um sonho, que foi o mais bonito, que eu sonhei em toda a minha vida...” Musica que emocionou a mais de 10 mil pessoas dentro de um Ginásio, sou grato a todos aqueles que ajudaram a eu realizar este sonho.
Hoje o grupo conta com uma nova formação, a Vice Presidente do Grupo é a Suely Ferreira, ela quem realmente comanda o grupo principalmente na Praia Grande, temos o Jonatas, Simone (Tieta),
Willian, Gislaine, Júlio Cesar, Claudio, que ainda trabalham com chuva ou com sol em nossos eventos.
Futuramente contarei mais histórias dos Legionários.
Agradeço a todos os Legionários da Umbanda.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

EU BATO TAMBOR!


Recentemente participando do II Festival de Corimbas da Aldeia de Caboclos, ganhei de um grande amigo uma camiseta que tinha este slogan “ EU BATO TAMBOR ‘, Confesso que fiquei envaidecido pelo presente, pois desde os meus sete anos de idade, já toco os atabaques para nossos Orixás, mesmo com pouca idade aprendi que os nossos atabaques são instrumentos de muita responsabilidade dentro de nossos Templos, pois é com o som dos atabaques que evocamos nossas entidades e nossos Orixás.
Dentro da tradição aos Orixás, ou seja, nos Candomblés, as mulheres não tem permissão para tocarem os atabaques, mais dentro da tradição de Umbanda esta restrição não existe, sendo que as mulheres também tocam os atabaques sem problema algum.
No Candomblé temos treis tambores, o Rum:o tambor maior, o Re: o tambor intermediário, e Rumpi: um pouco menor que é o tambor responsável de iniciar o toque.
Na tradição de Umbanda não existe esta sequência e as quantidades de tambores podem ser menores ou maiores dependendo da necessidade do terreiro e da quantidade de corimbeiros.
Na Umbanda nossos atabaques são tocados frequentemente com as mãos, mais nas tradições africanas, como Jeje ou Ketu , e algumas outras tradições, os atabaques são tocados com as mãos ou com varinhas, chamadas de Agdavis .

Tipos de toques:

Hamunha ou Avamunh: Toque que serve para saída e recolhimento de filhos e orixás. Adarrum ou Adahun: Toque que serve para chamar orixás.
Opanijé: Toque para o Orixá Obaluayê
Alujá: Toque para o Orixá Xangô
Batá: Toque para o Orixá Ogum
Ijexá: Toque para o Orixá Oxum
Ilú ou Ylú: Toque para o Orixá Oyá
Agueré: Toque para o Orixá Oxóssi
Igbin : Toque para o Orixá Oxalá
Batá e Ijexá: Toque para o Orixá Oxalá
Bravun: Toque para o Orixá
Sató: Toque para o Orixá Nanã
Barlavento ou Barravento : Toque de Angola e Congo
Congo de Ouro : Toque de Angola e Congo
Muzenza : Toque de Angola e Congo
Cabula : Toque de Angola e Congo

Conta-se nas lendas africanas que para iniciar um Ogan, era feito o seguinte ritual: Primeiramente a pessoa era escolhida pelo Orixá da tribo a que pertencia, e ai já começavam o ritual de iniciação e os ensinamentos , quando este escolhido atingia certa idade, os membros mais velhos da tribo faziam uma grande reunião e quando chegavam ao consenso de que este jovem já teria a responsabilidade devida, ele era enviado para a selva com sua lança e um facão. Dentro da selva ele teria que escolher uma arvore frondoso, e dela esculpir o seu futuro tambor, trabalho que durava vários dias dentro da mata, após ser esculpido o tambor, ele teria que sair em busca de um animal, selvagem matar, tirar o couro e encourar seu tambor. Ao retornar a tribo era feito todo um ritual de consagração deste futuro tocador de tambor, que a partir desta data passaria a ser uma pessoa respeitada e de muito prestigio dentro de sua tribo. Assim era feita a iniciação de um Ogan nas tradições africanas.
Ainda garoto, eu conheci uma das primeiras escolas de corimbas “Escola de Corimbas Felix Nascente Pinto” comandada pelo saudoso Pai Nilton Fernandes, que fez uma linda apresentação teatral em homenagem aos pretos velhos, na sede da União de Tendas.
A partir daí iniciou-se a grande saga das escolas de corimbas na cidade de São Paulo, foi criada a Escola de Corimbas Umbanda e Ecologia pelo Pai José Valdivino, em conjunto com Pai Elcio de Oxalá e alguns outros irmãos, aliás, este nome Umbanda e Ecologia foram dados pelo presidente da União de Tendas Pai Jamil, na primeira apresentação desta corimba em nossa sede. Tive a honra de batizar a Escola de Corimbas Umbanda e Ecologia em sua primeira apresentação pública que foi numa festa em homenagem a São Jorge no Ginásio do Ibirapuera. Desta casa mãe Umbanda e Ecologia, surgiu o Grupo Aruanã, Pai José Valter, Tambor de Orixá, Ogan Severino Sena, Pai Engels Aldeia de Caboclos, não poderia deixar de citar meu grande irmão Miro Cardoso, o Mirão que por muitos anos foi o instrutor na Umbanda e Ecologia, Escola de Corimbas Élcio de Oxalá sendo que estes grupos foram todos apresentados publicamente por mim, nas festividades de São Jorge- Orixá Ogum no Ibirapuera, pois me sinto e sou considerado padrinho de todos. Desta sequência em diante surgiram muitas outras escolas de corimbas, todas elas bem representadas pelos seus fundadores, Ogans , Alabes , Atabaqueiros, Corimbeiros, aqueles que aqui não citei o nome não se sintam desprestigiados pois tenho o maior respeito, carinho e consideração por todos. Durante as festividades da Festa de São Jorge, tivemos a apresentação de algumas corimbas que não eram escolas, a primeira era a corimba do Templo Espiritualista e Confraternização São Benedito, que era comandada pela minha mãe de Santo Mãe, Laura Rachid, tínhamos a Corimba Pombinho Branco, da Associação Paulista de Umbanda, a corimba do Templo de Umbanda Ogum Beira Mar, Mãe Maria de Lourdes, e a corimba do Templo de Umbanda Pai Xangô da cidade de Guarulhos. Pois é meus irmãos, quantas escolas de corimbas eu já apresentei quantos festivais participei, acho que um dos maiores foi feito pela Associação Paulista de Umbanda junto com o Souesp, na coordenação de Pai Demétrio Domingues, que foi o primeiro encontro de Corimbas, da cidade de São Paulo, realizado no Ginásio do Pacaembu, completamente lotado para este evento. Hoje temos nosso irmão Marcelo Fritz na cidade do Rio de Janeiro, somando junto com os Paulistanos, na apresentação do Atabaque de Ouro, e muitos outros festivais e encontros de corimbas bem organizados, como o encontro de médiuns o da FENUG, na cidade de Guarulhos que já está em seu sétimo ano de festividades.

A todos aqueles que tocam tambor, o meu grandioso SARAVÁ.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

ORIXÁ TEMPO! SALVE TEMPO! ZARÁ TEMPO!!!


Hoje me lembrei de um orixá pouco divulgado: TEMPO. Orixá que comanda a natureza. Zara Tempo no outono quando esta terminando o verão, Zara Tempo no inverno quando tudo está frio e nebuloso, Zara Tempo, na primavera quando as flores reaparecem e os pássaros começam a cheirar seu doce perfume e logo chega o verão.
Tempo Zará, e se completa mais um ciclo, para tudo isso precisamos de tempo. Precisamos de Tempo para nascer, crescer, viver e até para morrer temos o Tempo certo.
 Orando para o Tempo, tempo me disse: “ Zara que o Tempo Zará, espere que sua hora chegará, o Tempo certo virá”. Nos meus momentos de desesperos, nas minhas angustias, na minha solidão, Tempo me diz: “tenha calma, que só com tempo a gente chega lá, não queira chegar antes do Tempo”, então sem Tempo não temos o Tempo.
 Sempre teremos os Tempos ruins e os Tempos bons, quando tiver tempo ore por Tempo, para que nosso Tempo de Paz, Alegria, Harmonia e de Amor possa chegar. Há muito tempo aprendi uma cantiga que quando posso canto até hoje:
“Quando o Tempo virar...
 Quando o Tempo virar...
 Quando o Tempo virar meu Deus do céu!
 Eu não sei o que será!”
 Nunca sabemos quando o tempo estará bom, então aproveite o Tempo.
O tempo é tão importante que ele é um Orixá, tem um dito que diz: “O TEMPO DÁ, O TEMPO TIRA, O TEMPO PASSA E A FOLHA VIRA”, muitas vezes precisamos que o tempo nos seja favorável, e outras não. O Quero dizer é que precisamos de tempo curto e longo, com o bom uso do Tempo, muitas coisas se modificam, ou podemos modificar. Tempo Zará é a Divindade da vida, do crescimento e da evolução.
Peço a Tempo a Ogum e ao Nosso Glorioso Pai Oxalá que abençoem a todos vocês.
Zara
Que Zara Tempo, que Tempo Zará, Olorum Modupé!
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